Autopark celebra 37 anos com campanha 10 Copas de História: a trajetória de um time campeão na gestão de estacionamentos

Para a Autopark, cada ciclo de quatro anos vai além da expectativa por um novo título no futebol — é um marco de crescimento, inovação e consolidação de um modelo de gestão focado em transparência e eficiência.

No dia 21 de junho, a empresa celebra 37 anos de fundação — uma data que, historicamente, coincide com o fervor das Copas do Mundo, servindo de inspiração para a nova campanha institucional: 10 Copas de História.

Fundada em 1989 por Claudio Roth, a Autopark nasceu com a visão de transformar o setor de estacionamentos, que até então operava de maneira informal, em um ecossistema de soluções inteligentes. 

Hoje, com a liderança estratégica de Claudio e de seu sócio, Rogério Lima, a marca se posiciona não apenas como uma operadora de estacionamentos, mas como uma especialista em terceirização e otimização de operações de tráfego, elevando a rentabilidade de ativos imobiliários e simplificando a rotina de gestores de facilities em nichos críticos, como saúde, educação e varejo de alto fluxo.

 

 

A analogia do campo: por que a Autopark disputa o pódio na gestão de estacionamentos

No mundo corporativo B2B, a “vitória” não é fruto do acaso. Ela é o resultado de um esquema tático bem desenhado, que no caso da Autopark, baseia-se em três pilares fundamentais: pessoas, processos e tecnologia.

Para um diretor de hospital ou gestor de shopping center, o estacionamento é, muitas vezes, a primeira e a última impressão que o cliente tem do estabelecimento. Portanto, tratar essa operação como uma “commodity” significa subexplorar um ativo de alto potencial. 

A Autopark entende que cada vaga rotativa ou plano mensalista deve ser gerido com precisão cirúrgica, utilizando auditorias de receita em tempo real e sistemas de controle de acesso que mitigam riscos de fraude e evasão.

O papel da tecnologia na escalabilidade do negócio

Ao contrário de competidores que ainda dependem de processos analógicos passíveis de falhas, a Autopark estruturou uma verdadeira “comissão técnica” tecnológica. O grande motor dessa engrenagem é o CCO (Centro de Controle Operacional).

Longe de ser apenas uma central de câmeras, o CCO funciona como o núcleo de inteligência operacional e segurança da marca. Ele atua diretamente no monitoramento remoto das unidades, na automação dos acessos e no suporte imediato a qualquer intercorrência. 

Essa infraestrutura tecnológica garante que a operação flua sem gargalos, mitigando riscos operacionais e garantindo agilidade no dia a dia dos usuários.

O “Jeito Autopark”: qualidade, auditoria e processos como o coração da operação

Se a tecnologia representa os olhos e os braços da Autopark no campo, a Qualidade, Auditoria e Processos é a mente estratégica que dita o ritmo do jogo — e é aqui que reside o verdadeiro coração da marca.

A implementação dessa área exclusiva foi o que permitiu à empresa romper com a informalidade do mercado. Esse setor é responsável por três frentes críticas:

  • Padronização Rígida (Processos): garante que, independentemente do tamanho ou da localização da unidade, o padrão de atendimento e eficiência do “Jeito Autopark” seja replicado com exatidão.
  • Segurança Financeira (Auditoria): é aqui, e não nas máquinas, que a transparência financeira se consolida. O setor realiza auditorias cruzadas e em tempo real de receitas, controlando fluxos de caixa e mitigando qualquer risco de fraude ou evasão de divisas.
  • Melhoria Contínua (Qualidade): analisa os indicadores de performance (KPIs) de cada estacionamento para identificar gargalos e implementar melhorias antes mesmo que elas virem um problema para o cliente.

Essa governança de ponta a ponta garante ao proprietário a tranquilidade de operar com o mais alto nível de conformidade do mercado.

Entenda com mais detalhes: Vantagens da terceirização de estacionamento: como a gestão externa profissionaliza sua operação 

 

Linha do tempo: a evolução tática de 1989 a 2026

A trajetória da Autopark é uma aula de resiliência e adaptação ao mercado. Abaixo, detalhamos como cada “Copa” moldou a empresa que hoje lidera o setor no Sul e Sudeste do Brasil.

1989 – 1990: O pontapé inicial e a 1ª Copa da empresa

A fundação ocorre em 1989, com a primeira unidade (estacionamento Santa Cecília, que posteriormente se tornou CP&B) em um ponto icônico de Curitiba, onde o ônibus biarticulado atravessa uma construção histórica. 

Enquanto a seleção brasileira se preparava para a Copa da Itália em 1990, Claudio Roth consolidava o legado da família com um olhar visionário, transformando um terreno familiar no primeiro passo para o desenvolvimento de soluções de estacionamento de alta performance.

 

Foto da primeira unidade de estacionamento da autopark no estacionamento Santa Cecília, em área urbana com carros e ônibus na avenida, incluindo sinalização de vagas.

Vista aérea de ruas entre prédios no centro da cidade, com a placa de estacionamento na primeira unidade da história autopark no estacionamento Santa Cecília.
A nossa primeira unidade em Curitiba: o Estacionamento Santa Cecília

 

1994: A conquista do tetra e a expansão regional

No ano em que o Brasil rompeu um jejum de 24 anos, a Autopark também acelerou. A empresa expandiu suas operações para além de Curitiba, entrando no mercado de Santa Catarina. 

Foi o período de aprender a “jogar fora de casa”, adaptando o modelo de negócio a diferentes legislações municipais e perfis de público.

 

Entrada de estacionamento em área urbana com pátio de veículos na Unidade Marechal, em Curitiba, retratando a implantação de pátios em eixos comerciais no anos 90 da Autopark Marechal.
Fase de aceleração e ganho de capilaridade: a implantação de pátios em eixos comerciais estratégicos de alto fluxo de Curitiba: Unidade Santos Andrade e Unidade Marechal.

 

1997 – 1998: Reforço na equipe e entrada em Minas Gerais

Em 1997, durante uma feira de franquias, um encontro estratégico mudou o destino da marca. Rogério Lima, então com 25 anos, conheceu Claudio Roth. 

Dessa sinergia nasceu a sociedade que levaria a Autopark para Minas Gerais ao final do mesmo ano. O modelo de negócio provou ter “preparo físico” para competir em qualquer campeonato estadual já em 1998, quando completou 01 ano de operação.

 

Feira de Franquias com estande da Autopark em ambiente interno, com pessoas em volta do balcão e painéis de divulgação; registro histórico do evento.

Fachada do Autopark Savannah Mall em Minas Gerais, com placa “Autopark”, sinalização de estacionamento e entrada na área externa do shopping.
Registro histórico da feira em que Claudio Roth e Rogério Lima se conheceram. Abaixo, uma das primeiras unidades da Autopark em Minas Gerais: Savannah Mall.

 

2002: O penta e o nascimento da Invespark

Enquanto o Brasil levantava a taça, Claudio Roth fundava a Invespark, incorporadora que trouxe ainda mais robustez e visão imobiliária ao grupo. 

Essa integração entre gestão de estacionamentos e desenvolvimento urbano permitiu à Autopark entender as dores dos proprietários de imóveis de forma muito mais profunda.

 

Recorte de jornal com a chamada “Auto-Park doa área para nova via de ônibus”, sobre a desapropriação amigável do terreno do antigo Estacionamento Santa Cecília e o impacto das obras.Recorte de matéria jornalística com o título “Desapropriação abre caminho para ônibus” e um esboço urbano mostrando edifícios e a futura Travessa da Lapa no contexto do Autopark e da desapropriação amigável do antigo Estacionamento Santa Cecília.

  Recortes de matérias de jornal detalhando o impacto da obra e a desapropriação amigável do terreno do antigo Estacionamento Santa Cecília.

 

Foto histórica da Autopark obra travessa da lapa: rua em obras com vala aberta entre prédios e máquinas, permitindo a passagem do transporte coletivo.Claudio Roth jovem ao lado da maquete do Edifício Curitiba Park & Business (CP&B) da Autopark, em foto de apresentação do projeto.

Foto histórica da rua em obras, aberta para viabilizar a passagem do transporte coletivo e  registro do fundador Claudio Roth jovem ao lado da maquete do Edifício Curitiba Park & Business (CP&B).

 

2006 – 2010: Profissionalização e o salto para S/A

Em 2006, Rogério Lima consolidou sua participação acionária, iniciando uma fase de fusões e profissionalização da gestão. 

Em 2010, a Autopark elevou o nível do jogo ao se tornar uma S/A (Sociedade Anônima), adotando práticas de governança corporativa rigorosas, conselho administrativo e uma seleção de especialistas para cada diretoria.

 

Capa de jornal com chamada de economia destacando a Autopark em 2006: notícia sobre estacionamento que atrai investidores e promete 1% de rentabilidade ao mês, com imagem de fachada da marca Autopark Park/Business em Curitiba.

Recorte de matéria com texto sobre investimentos e credibilidade financeira em 2006, citando a Autopark, com fotos de prédios corporativos e fachada do edifício do grupo.Manchetes de 2006 sobre a Autopark, destacando credibilidade financeira e consolidação do mercado, com foto de um executivo em frente ao empreendimento “AutoPark” e texto editorial ao fundo.

Consolidação de mercado e credibilidade financeira em 2006. As manchetes já registravam o sucesso do modelo de negócios da Autopark.

 

2014 – 2018: Inovação contra a disrupção

O ano de 2014 trouxe o desafio dos aplicativos de transporte (como Uber), que mudaram a dinâmica da mobilidade. A resposta da Autopark foi investir na área de qualidade e auditoria. 

Em 2018, o foco total em tecnologia culminou na criação do CCO, transformando dados em decisões assertivas.

2022 – 2026: Eficiência máxima e a 10ª Copa

Após superar os desafios da pandemia com uma operação enxuta e inteligente, a Autopark chega à sua 10ª Copa em 2026 como um marco histórico. Com processos automatizados e foco em produtividade, a empresa mantém sua competitividade e paixão pelo que faz.

Confira o case conquistado com PUCPR: Como uma das maiores universidades brasileiras revolucionou a gestão do estacionamento

 

O uniforme mudou, mas a garra em campo é a mesma

Olhar para as fotos dos primeiros times de manobristas, das placas pintadas à mão e dos primeiros computadores de pátio dá uma certeza: a Autopark sempre jogou para vencer. As jaquetas escuras dos anos 90 e os primeiros crachás representavam o suor de um time que estava profissionalizando um mercado até então informal. 

Equipe Autopark em registro de início dos anos 2000, com grupo de funcionários uniformizados em frente à fachada do local, ao lado de placas de Autopark e Valet.Registro das equipe em 1998 de Valet da Autopark, com profissionais em fila ao lado de veículos e cones laranja em via urbana, em frente a um prédio.Registro das equipes no início dos anos 2000 da Valet Autopark, com funcionário uniformizado ao lado de placa “Autopark Valet” e carro em primeiro plano.

 

Hoje, a Autopark opera com o suporte de alta tecnologia e monitoramento via CCO, mas a essência continua sendo construída por pessoas que entram em campo todos os dias com foco no que realmente importa: a experiência de quem usa e de quem confia na operação da marca. São 37 anos de história por trás de cada uniforme.

Equipe do time Autopark em atendimento nas caixas de estacionamento, com colaboradores uniformizados e crachás segurando pastas e equipamentos no balcão “CAIXAS ESTACIONAMENTO”. Equipe do time autopark em foto ao ar livre, com seis profissionais uniformizados e crachás, segurando troféus e pastas de premiação em frente a um prédio.Equipe autopark reunida em evento, com profissionais uniformizados e credenciais, sorrindo na foto em frente a um balcão e porta de escritório.

 

A consolidação de um legado na governança de ativos e o futuro da mobilidade urbana

Ao vivenciar a décima copa do mundo de futebol em 2026, a Autopark não apenas celebra a solidez de sua trajetória de 37 anos, mas consolida um modelo de governança corporativa que redefine o papel dos estacionamentos na infraestrutura das grandes cidades. 

O legado construído por Claudio Roth e Rogério Lima demonstra que a eficiência operacional e a transparência financeira são os verdadeiros pilares de sustentação capazes de blindar ativos imobiliários e maximizar o retorno sobre o investimento (ROI) de parceiros institucionais.  

Em um mercado em constante mutação, impulsionado pelas demandas de smart cities e pela exigência de uma jornada sem fricção, a maturidade de uma operação estruturada como Sociedade Anônima (S/A) — apoiada por um Centro de Controle Operacional (CCO) próprio — projeta a marca rumo aos próximos capítulos do desenvolvimento urbano. 

Mais do que gerenciar vagas, o foco estratégico da companhia permanece fixado em antecipar as demandas logísticas do futuro, transformando espaços físicos em hubs de conveniência, tecnologia e valorização patrimonial para proprietários de pátios e gestores de facilities em todo o país.

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